No final do ano, o estado do Rio de Janeiro registrou um dado alarmante no que diz respeito à proteção das mulheres: 47% das ações judiciais relacionadas à violência foram medidas protetivas. Este número reflete uma crescente preocupação com a segurança das mulheres em um contexto onde a violência de gênero se torna cada vez mais visível e urgente. As medidas protetivas têm como principal objetivo resguardar as vítimas, oferecendo um mecanismo legal que busca impedir que continuem sofrendo agressões por parte de seus agressores.
Essas ações são essenciais para garantir que as mulheres possam viver sem medo de sua segurança, permitindo que busquem apoio e recursos necessários para reconstruir suas vidas. O judiciário, em parceria com diversas instituições de apoio, tem buscado intensificar o suporte oferecido às vítimas, promovendo um ambiente onde elas se sintam amparadas e encorajadas a denunciar.
Além das medidas protetivas, o acompanhamento psicológico e social também se mostra fundamental para que as mulheres possam superar traumas e criar um novo recomeço em suas vidas. A sociedade como um todo precisa se unir para combater a violência de gênero, promovendo a educação e conscientização sobre o tema, evitando que esses números se tornem ainda mais alarmantes nos próximos anos.
O aumento das denúncias e a busca por medidas protetivas pode ser visto como um sinal de que as mulheres estão se empoderando e não estão mais dispostas a tolerar a violência em suas vidas. Isso é fundamental para a transformação social, pois cada vez mais, as vítimas estão se sentindo seguras para buscar justiça e exigir seus direitos.
Esses dados reforçam a necessidade de políticas públicas eficazes e sustentáveis que atuem na prevenção e no combate à violência contra a mulher. Governos, organizações não-governamentais e a sociedade civil devem trabalhar juntos para criar um ambiente onde as mulheres possam viver com dignidade, livres de qualquer tipo de violência.
Com informações da EBC
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